Morro do Osso – Porto Alegre (zona sul)

Localizado na zona sul de Porto Alegre, uma das trilhas mais fáceis desta cidade. Percorrer este trajeto não requer prática, tão pouco preparo, para utilizar a “via liberada” que eu denominei “Trilha A” até o Mirante.

Digo isto pois existem dois caminhos para chegar ao mirante.

Via “Trilha A” – trajeto majoritariamente plano, tem poucos pontos com subida. A trilha é ampla e fácil de percorrer.

Via “Trilha B” – Trajeto que era liberado aos visitantes. Agora só é possível utilizar este caminho com o acompanhamento de um guia do parque. O terreno é acidentado com subidas e descidas pronunciadas. Grande parte do trajeto é feito com “mato fechado”.

O track aqui comentado, inicia fora do parque, segue em direção ao Mirante via “Trilha B” e retorna do Mirante via “Trilha A”. Computando somente o trajeto de trilha temos algo em torno de 3,5 km em 40 minutos caminhando.


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Link para o track GPS.

Inicio da trilha

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Construída uma ponte recentemente, Sobre um pequeno córrego / nascente.

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“Trilha B” e suas variações topográficas. Subida em que troncos estrategicamente colocados para “funcionar como uma escada”.

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Essa imagem é um poema. Será que foi aqui que o poeta buscou inspiração?

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“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.”

Drummond

O Mirante

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A vista

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O retorno pela “Trilha A”

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Considerações finais:

Relatos de assaltos são comuns no trecho compreendido entre Trilha A até o Mirante. Majoritariamente os horários em que ocorre este tipo de evento é no final da tarde, principalmente com meninas / mulheres em pequenos grupos.

Os pontos Ind_ini e Ind_fim indicam a trilha que vai do Morro do Osso ao 7° Céu, Passando pela “reserva indígena”.A última vez que fiz de bike este trajeto, fui mordido por um cachorro da reserva. Foto abaixo.

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O parque, para quem acessa pelo entrada principal conta com estacionamento.

Também tem horários de abertura e fechamento.

Porto Alegre (zona sul) – Varzinha (Itapuã)

3 horas. Era todo o tempo que eu dispunha. Sendo que eu deveria retornar antes das 9h30 da manhã. Qual o motivo? Matrimônio & Paternidade.

Enfim parti cedo, pontualmente as 6h da manhã. Escuridão, estradas com pouca ou nenhuma iluminação, especialmente próximo a Belém Novo, atrás do Aeroclube, quando lá cheguei refleti de que devia ter escolhido outro caminho… porém… segui adiante. Estrada de chão, muitos buracos, resulta em velocidade baixa.

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Chegando ao Lami o dia começou a clarear. O efeito no céu é lindo, a foto não conseguiu capturar o momento adequadamente.

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Já em Itapuã o sol finalmente apareceu no horizonte. Novamente não consegui um ângulo favorável e fotografar o crepúsculo matutino.

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Chegando na estrada da varzinha, o que se viu foi cercas e mais cercas. São diversas que me separam de acessar pontos mais remotos como o da foto. Uma lástima. Visto que o objetivo desta pedalada era encontrar novas trilhas.

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No percurso de volta vista da Pirâmide do Lami.

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Conhecendo o seu corpo. Eu conheço alguns sinais fisiológicos do meu corpo. Já passei por duas situações de hipoglicemia. Uma nadando e outra pedalando. O cérebro funciona, porem os membros braços e pernas entram em um estado de contração. Trava tudo. Não consigo me mover. É uma situação curiosa. Quando eu percebo estes sinais… é hora de “adoçar o sangue”. Nada como uma dose de doce de leite. É tiro e queda. Chocolate também funciona.

Senti os sinais. Recarreguei e seguiu o pedal.

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Link para o track do GPS

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Ponta Grossa & Belém Novo (Retorno ao Pedal)

Depois de vários dias, quase um mês, sem pedalar / correr, devido a uma lesão. O retorno. Durante o final de semana, duas pedaladas.

Sábado – Ponta Grossa

Link para a trilha GPS

Extremamente fácil. A trilha é uma barbada, termina em uma “propriedade” / Casebre com cachorros. Não foi possível prosseguir. Retornei pelo mesmo caminho.

Embora creio que a trilha prossiga, passando ao largo desta “propriedade”, sendo pouco utilizada e bastante fechada, marquei o provável ponto. Porém resolvi não seguir por ela, para não forçar a perna. Ficou para outro dia.

O terreno é plano e a trilha percorrida é ampla. É possível verificar vestígios de presença humana. Diversas “churrasqueiras” improvisadas com pedras, resíduos de fogueiras, são facilmente encontradas nas clareiras com saída para o Rio Guaíba. Infelizmente muito lixo também.

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Domingo – Ponta do Aero Clube e Belém Novo

Link a trilha GPS

Pedalada fácil, sem passar pela ponta do Aero Clube, é possível fazer a volta em Belém Novo abaixo de 1h20min. Porém o período é de recuperação, e tudo fica mais lento.

A Ponta do Aero Clube, é uma baía, não tem nada de ponta, e simplesmente fica ao fundo do Aero Clube de Porto Alegre. Eu criei esta denominação, que não é utilizada por ninguém. Foi como batizei quando eu fui ao local pela primeira vez.

Uma surpresa. O trapiche que ficava escondido… foi “arrancado”. Foi uma surpresa um tanto quanto desagradável. Era um local que eu particularmente apreciava. Permitia contato com o rio de um local privilegiado. Ficam as fotos de recordação. Agora sobram apenas as estacas cortadas rente ao solo, atestando que naquele local um dia houve um trapiche. Creio que o corte ocorreu justamente por atrair público… que não era de todo muito educado. As fotos são de 2011 e 2012.

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PA05Acima creio ser o famoso “entope cano” mexilhão dourado.

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fotos do google. Com e sem trapiche.

Porto Alegre (zona sul) – Morro do Lageado (Matamala)

Morro do Lageado, creio ser conhecido também como “Matamala”.

Não sei a origem deste apelido, mas existe referência a ele apontando para o Morro do Lageado. Se alguém souber a origem, serei grato se me informar.

* É Lageado com “G” diferente da grafia da cidade de Lajeado com “J”

É na minha opinião uma das melhores trilhas de Porto Alegre.

Chegar lá é fácil, eu costumo fazer caminhos alternativos. Para chegar sem erro basta seguir a Edgar Pires de Castro até a Estrada do Cerro (ponto Estr Cerro).

Após entrar nesta rua, logo em seguida inicia uma subida, que é bastante pronunciada. Uma das lombas mais difíceis que eu já enfrentei. Consegui subir metade dela. Eu não costumo desistir das lombas, nesta pedi água. Fazer caminhando já é difícil. Mas não é muito longa.

mm01Um novo dia

mm08mm10Acima a entrada da lagoa dos Patos

A trilha é uma das mais extensas dentre os morros de Porto Alegre. O pessoal do motocross utiliza muito esta trilha. Estre é o motivo dos grandes sulcos na trilha. Estes sulcos dificultam para quem percorre de bicicleta. Ao pedalar, constantemente existe o contato com o solo por parte do pedal. A dificuldade é inerente para quem faz trilhas. Isto não impede de aproveitar esse local. Em época de chuvas, transitar em certas partes da trilha resulta na equação ( pessoa + roupas + bicicleta = embarrados )

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Ambas as saídas são pela Restinga.

Neste post eu publiquei três visitas ao local, unificadas em uma trilha. Uma pela saída mais curta, e uma segunda pela saída mais longa. No ponto Bif2 (bifurcação2) é possível escolher por onde sair. E uma megacurtinha que retorna ao ponto inicial, basta dar a volta no ponto Bifur. A distância é de 30 a 40km qualquer uma das voltas. De trilha mesmo são 4km as menores e 8km a saída maior.

Com sorte você consegue ouvir e ver bugios. Em determinados pontos, para qualquer lado que se olhe, só é possível ver natureza. Isto estando “dentro da cidade”.

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As fotos são de dias diversos, em estações diversas. Algumas de 2012, 2013, 2014 e até desta última incursão, em maio de 2015. É possível perceber diferenças na vegetação, humidade do local, condição das nuvens, etc.

Eu procurei esta trilha por muito tempo. Fiz incursões pela estrada das Quirinas, pelo meio do mato, uf.. até que um dia achei. Segue ela publicada de barbada!

Abaixo o link para o track GPS:

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=9512953

Porto Alegre – Viamão – Itapuã “Leprosário”

Inúmeras são as ocasiões em que me aventurei pela região de Itapuã.

Não era meu objetivo primário visitar novamente o Hospital Colônia de Itapuã, vulgo “leprosário”. Mas como fui impedido de prosseguir no meu primeiro objetivo, fiz nova visita ao local.

Este Hospital que foi inaugurado em 1940, abrigou / segregou os portadores da hanseníase. Era quase que um campo de concentração. Pois quem contraia a doença na região, era enviado contra sua vontade ao local. Entrar no local não é tarefa fácil. Existe uma guarita na entrada, que é zelosamente vigiada por guardas armados.

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A guarita

 

O local não é aberto para visitação do público em geral. Eu solicitei autorização para entrar. Lá ainda é possível ter contato com os últimos moradores, que ao que tudo indica, após a saída, ou falecimento dos mesmos, o local tende a ser abandonado. As construções já sentem o peso dos anos sem manutenção e estão parece sofrendo de hanseníase. Tudo lá é muito calmo. Poucas pessoas.

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Pórtico dentro do Hospital

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Igreja sofrendo coma a ação do tempo, telhado desabando

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Caminho para o cemitério

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Cemitério

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Casas

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Escola

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Pedalando para Itapuã. É na minha opinião um dos melhores lugares para se pedalar na região de Porto Alegre / Viamão. Após o Canta Galo, uma estrada plana, com um acostamento pequeno, porem suficiente para uma bicicleta. Baixa circulação de veículos e cercado de vegetação. Melhor impossível.

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Link para a trilha GPS http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=9425034

Porto Alegre (Zona Sul) – Pirâmide do Lami (Bike)

Novidade no extremo Sul de Porto Alegre. A existência de uma Pirâmide, no Lami.
Movido pela curiosidade, fui conhecer a mesma.

A pirâmide fica localizada em um terreno que concentra templos de múltiplas religiões, segundo me informaram lá.
Infelizmente a visitação do local somente é possível durante os dias úteis (segunda a sexta e eventualmente sábados).

Para quem quer entrar na Pirâmide.
A visitação restrita, as quartas-feiras das 16 ás 18h.
A finalidade dela é ser um local de “curas espirituais”.
Tem 21metros de altura.

Piramide

Para chegar é muito fácil, quem conhece o Lami, e já passou pela Edgar Pires de Castro pela “cerca onde existem diversas santas”, basta dobrar nesta esquina, para o lado certo.

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Eu havia marcado o lado errado e ganhei um passeio extra a Praia do Lami e de quebra conheci uma estação de tratamento de água do DMAE.

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As fotos que eu registrei são de fora do local.
O dia bom para pedalar, nublado, não permitiu fotos melhores.

Resumindo
50km pedalados em 2 horas

Link para o track GPS abaixo

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=9365179

Porto Alegre – Zona Sul ao Morro Santana

Morro Santana, finalmente!!

Passou muito tempo desde que a ideia de “trilhar” este local me ocorreu, até o dia em que isto finalmente aconteceu, neste último domingo (15/03/15).

A despeito das histórias dos perigos urbanos que cercam os morros, fui conhecer mais um para somar aos tantos que já desbravei. É claro que prudência é bom, mas em excesso… Fica a dica, histórias de assaltos todos tem uma para contar. Fique atento a hora e ao dia em que você vai percorrer a trilha.

Saindo da zona sul de Porto Alegre até a entrada do Morro. Barbada. Asfalto na terceira perimetral, segue via Bento Gonçalves.

Entrando no Morro começa a ascensão de aproximadamente 300 metros. É o mais alto morro da cidade de Porto Alegre.

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O terreno é acidentado depois que o asfalto acaba e você começa a penetrar mais em direção a “área preservada” do morro.

A subida é rápida e relativamente fácil. Um ou dois pontos mais íngremes de chão batido, onde o meu pneu de banda lisa derrapou, em que o pedal se torna difícil.

Casualmente quando encerra a área urbanizada, encontrei uma viatura da Brigada Militar. Não sei se é rotina a ronda lá ou houve uma perseguição / diligencia. Não perguntei, não fotografei, apenas dei bom dia aos ocupantes da viatura. Segui meu caminho e logo encontrei o resto de um Renault Megane, incendiado. Pelo estado já faz um bom tempo que está lá a carcaça.IMG_20150315_071041294_HDR

Durante o trajeto o nevoeiro me acompanhou praticamente o tempo todo. As fotos traduzem o momento. A cidade estava encoberta, não permitindo fotos nítidas.

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Existem diversas antenas em operação e outras desativadas. Uma das desativadas permite uma vista privilegiada da cidade. Basta coragem para subir na estrutura que aparenta sinais de corrosão e esperar que o nevoeiro de um trégua. Nesta em especifico, não há impedimento para a subida.

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Quase no final da trilha encontrei alguns pilotos que estavam iniciando a trilha no sentido oposto ao que eu percorri.

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Fora isso 2h04m de pedal percorrendo 36,8km.

Abaixo o link com o track do GPS e pontos para fazer a trilha

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=9100486

 

 

 

Tramandaí – Cidreira – Viamão – Porto Alegre (Bike)

Anualmente eu sou assolado por um desejo de percorrer o trajeto entre Porto Alegre e alguma Praia do Litoral Norte Gaúcho, pedalando.
E sempre ao concluir a travessia eu penso que não vou repetir o feito…

Enfim, fiz novamente!!
Desta vez foi partindo de Tramandaí em direção a Cidreira, Viamão e Porto Alegre (via zona sul).
Não foi nada fácil, pois o trajeto escolhido em grande parte não era asfaltado.
E a pressão da esposa para que eu não utilizasse a freeway… Partisse mais tarde para ficar com a família, acabei saindo somente as 13:30.

Dividi o percurso me etapas
Etapa 01 – Tramandaí – Cidreira.
Relativamente fácil, vento favorável.
O maior problema foi disputar/ocupar a faixa branca da rodovia. Impossível trafegar no acostamento.
A foto traduz este momento…
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Etapa 02 – Cidreira – RS-040
Aqui foi um erro… meu!
Analisei as opões e decidi economizar 5km e fiz um atalho pelos pontos Entrar2 e Entrar3.
Que estrada miserável. Areia, piso extremamente irregular (costeletas), Sol pegando…
Não aconselho.

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Etapa 03 – RS-040
Estrada sem acostamento, novamente disputando espaço.
Pouca, muito pouca sombra / arvores ao longo dos 53km percorridos neste trecho.

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tram_poa03Sombra… uma das poucas

tram_poa05Personagens da estrada…

Etapa 04 – Alça de acesso Viamão – Zona Sul Porto Alegre.
Ponto Entrar4 até ToDante1
Eu ja pedalei bastante por estas entradas, mas o trecho inicial logo ao sair da RS-040, é o pior.
Muita areia fofa, o pneu atola. É preciso empurrar a bicicleta, impossível pedalar.

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tram_poa08Na imagem acima já é possível ver o RIO Guaíba na linha do horizonte.

Etapa 05 – Canta Galo até Ipanema
Estes últimos 30km foram bastante tensos. Percebi uma falha na bicicleta. O eixo do movimento central cedeu.
O pedal ficou com folga, e as marchas não encaixavam mais.
Achei que ia ficar na mão!!
Diminuí o ritmo, coloquei o GPS no modo odômetro regressivo para o ponto de destino, e a cada quilômetro vencido era uma festa.
Quando baixou de 10km para o destino final, ufa, se for o caso eu posso caminhar esta distância em pouco tempo.
Felizmente cheguei, porém a bike vai precisar de manutenção.

tram_poa12tram_poa11Coberto de poeira…

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137 Km pedalados em 6h 17 minutos, somando as paradas, tempo total de 7h 24 minutos.

Consumidos 4 litros de água e 2 litros de achocolatado.

Link para o track do GPS
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8883017

TTT – Travessia Torres Tramandaí – 11 edição 2015

Travessia da praia de Torres / Tramandaí.

Apoio logístico de bike para dupla de corredores Rodrigo “Pingo” e Marcelo “Magnata”.

Esta travessia de bicicleta é barbada…
Correndo…
Parabéns aos corredores pela coragem de percorrer mais de 80km correndo!!

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Torres (Pingo)
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Marcelo (Magnata)

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Rodrigo, Marcelo e Juliano

Link para vídeo da prova.
http://youtu.be/Y0u50gRnPuM

Link do track GPS
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8794290

Tramandaí – Maquiné – Garapiá – 132km – Pedal

Ano novo, depois da festa da virada, uma boa pedalada. A ideia era bater antigo recorde de distância. Pedalar acima de 140km em um dia.
O que não foi possível, frente a insistência da minha esposa, que ficou assustada com a minha demora e acionou a Policia Rodoviária Federal e Estadual.
Finalizei antecipadamente o pedal, aos 132km pedalados. Faltou 30km para fechar o objetivo final.

Partindo de Tramadaí(RS) o objetivo 01 era chegar até a cachoeira do Garapiá, no interior de Maquiné(RS).
Objetivo alcançado.
Passei pela estrada do Mar. Território inóspito para ciclistas. Estrada sem acostamento somados a falta de respeito da grande parcela dos motoristas.
A RS-407 que liga a Estrada do Mar a antiga BR-101 também segue o mesmo padrão.
Na metade desta estrada o primeito “desvio” para fugir das estradas movimentadas. o Ponto G2 mostra desvio por estrada secundária, que inclusive conta com travessia de balsa por um braço da lagoa de Quadros.
A travessia não havia sido identificada no estudo do trajeto. Custo para travessia R$3,20 bicicleta. R$4,80 carro. Caso a balsa esteja na outra margem, basta dar um grito para acordar o balseiro, que ele inicia uma travessia para buscar os passageiros.

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Logo após o cruzamento da balsa… outro susto. Perdi o parafuso que segura o rabo de arraia da bicicleta. Pensei ser o fim da pedalada. Felizmente antes de acionar o “resgate” achei o parafuso perdido e fiz o reparo.

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Depois disto iniciou-se a interminável subida. Para chegar até a cachoira tem uma subida “infinita”. Parecia imperceptível, porém senti a queda no rendimento, tempo maior para cada Km rodado.
Comprovei posteriormente via informação do GPS.

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Cachoeira enfim

 

 

 

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Convite para refeição

 

Fique registrado aqui o meu imenso agradecimento a todos. Bati em diversas portas das casas ao longo do caminho, solicitando um gole de água. Fui muito bem recebido e servido.
Em especial dois agradecimentos, ao pessoal da foto que me convidou para dividir a refeição. E ao comandante Jair da RS-407, colecionador de bicicletas, que ao me ver no acostamento, me convidou para um refresco e cedeu uma barra de chocolate.
Muito obrigado. A gentileza de todos vocês me devolveu a esperança de de a raça humana pode sim ser melhor.

O track do GPS pode ser encontrado no link abaixo.

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=8590008