Morro da Tapera (outono) – Bike

Há dias que sair é preciso. É outono. Tenho feito diversas incursões revisitando lugares dos quais já postei. Desta vez levei a câmera. Pedalando em direção ao extremo sul de Porto Alegre, passei pelo local que costumo usar como saída do Morro da Tapera. Numa decisão instantânea, resolvi percorrer o trajeto no sentido inverso que eu geralmente trilho.

Não portava o GPS que uso para navegação. Fui apenas seguindo a trilha. O caminho escolhido era bastante “acidentado”. A subida do morro é pronunciada e com diversos trechos praticamente com paredes verticais de pedra. É preciso nestes locais escalar e carregar a bicicleta.

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Topo do Morro

Neste trecho, um pequeno acidente, perdi a roda traseira. Recentemente eu havia trocado o pneu traseiro, em função do desgaste do mesmo. Com os solavancos da trilha a roda que devia estar com pouca pressão no engate com o quadro, se soltou. Felizmente sem danos. Bastou recolocar tudo no lugar e prosseguir.

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Após vencer a escalada, pedalar no topo do morro é extremamente prazeroso. O vento da manhã, o nascer do Sol, a cidade ao longe. São estes momentos que fazem a trilha valer a pena. Nada além do vento e dos pássaros é possível escutar neste momento.

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A descida, é veloz. É preciso cuidado. A vegetação esta muito alta, encobrindo a trilha. Isto dificulta visualizar pedras e buracos no caminho. Tenha os freios em ordem e atenção no caminho. Um mínimo descuido, pode render mais do que uma dor de cabeça.

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Ao finalizar a trilha, mais uma recompensa. Uma veloz descida no asfalto…

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Não é o melhor dos morros para pedalar em Porto Alegre. Para esse morro creio eu a melhor modalidade para o percorrer é o trailrun. Mas é uma opção.

 

RESUMO

18,29 Km

1h49 trajeto asfalto + trilha

681 calorias queimadas

Dificuldade: média

MAPA

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Cascata do Garapiá – Rapel

O plano desta descida tem mais de ano. E finalmente juntei as condições para colocar o mesmo em prática. Estar no litoral norte Gaúcho, com o equipamento correto e tempo para fazer.

Após uma longa semana chuvosa, resolvi que não mais esperaria. No dia escolhido, antes das 6h da manhã já estava ingressando na BR rumo a cidade de Maquiné. A chuva se fez presente durante todo o trajeto. A única razão que me faria recuar do meu objetivo, rapel, era se caso o volume de água da cachoeira fosse excessivo. Mas para obter esta informação, eu teria de conferir a mesma pessoalmente.

Chegando lá, felizmente o volume de água estava dentro da normalidade. Logo cedo pela manhã o Garapiá sem nenhum visitante, ficou completamente à minha disposição.

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Cascata do Garapiá

Iniciei a trilha lateral a cachoeira, rumo ao todo desta. A trilha é curta, porém ela tem trechos “desprotegidos”, onde existe o risco de queda de altura considerável. Em virtude das chuvas recentes a mesma estava bastante escorregadia. Toda cautela é bem vinda ao percorrer a mesma.

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Trilha acesso ao topo da cascata

No topo da cachoeira durante o preparo dos pontos de ancoragem, sofri diversas quedas. O leito do rio é de pedra, assim como o seu entorno. Muito escorregadio o piso. USAR SEMPRE O CAPACETE! Em uma das quedas, bati fortemente a cabeça em uma pedra, felizmente estava usando o capacete.

Uma vez a ancoragem e a via de descida preparadas, revisadas, testadas, iniciei a série de descidas. Tomar um banho de cachoeira por si só já é uma atividade muito prazerosa. Descer de rapel, atrás da cachoeira… não me atrevo a tentar descrever a alegria que é. Transcende.

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Após as descidas era preciso nadar aproximadamente 15 metros, que separam a cachoeira da margem. Fazer esta travessia com tênis, roupas e equipamentos de lastro, não é tarefa fácil. Mas também não é impossível.

Por duas horas e meia fiz diversas descidas. Testando diversas “manobras”. Encerrei as descidas, tão logo percebi o primeiro sintoma de frio. O dia estava nublado.

Gostou, quer fazer com o apoio do TriTrilhas? Quer sua aventura em vídeo? Entre em contato via e-mail – tritrilhas@outlook.com

 

RESUMO

9,2 Km trilha + descidas

2h35 minutos trilha + preparo rapel + descidas

501 calorias queimadas

Dificuldade: Fácil a trilha, rapel exige experiência.

MAPA

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Reserva do Lami – Remo

Nasceu a ideia, e em menos de uma semana coloquei em prática. Navegar com o caiaque no entorno da Reserva Biológica do Lami, no extremo sul da cidade de Porto Alegre (RS).

Embora a remada propriamente dita não fosse em nada desafiadora, não foram poucos os desafios enfrentados nesta jornada. O primeiro desafio, foi colocar o caiaque dentro do carro. Felizmente eu já aprendi a melhor disposição de bancos para acomodar a embarcação. Realizei a tarefa rapidamente e parti rumo a “praia do Lami”. Isto as 5h da manhã, escuridão total e absoluta nas vias que cruzei.

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Escuridão ao lançar o caiaque no rio

Chegando lá eu não havia marcado/escolhido um ponto para acessar o rio Guaíba. Contei com a sorte. Felizmente encontrei uma abertura na vegetação com acesso ao rio. Mesmo com a pouca iluminação do local. Porém este acesso era de solo lodoso, barro mesmo. Ao pisar, afundava até a canela no barro. Era preciso caminhar uma boa distância no barro até encontrar profundidade suficiente para embarcar no caiaque sem literalmente atolar. Somado a isso uma nuvem de mosquitos me atacou sem a menor piedade. Que começo.

Uma vez dentro da água, era possível escutar a música de uma festa / “pancadão” que ocorria no Lami. Durante o lançamento do caiaque na água, evitei cruzar com diversos grupos de pessoas que deixavam o evento. A música deste evento me acompanhou por um bom tempo na remada. Era possível escutar a distância ela.

O dia raiou de forma espetacular. O crepúsculo matutino é sempre um show à parte. Observar tal evento, navegando é… “não tem preço”.

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Crepúsculo matutino

Facilmente encontrei a o acesso que margeia a reserva. Observar que não é permitido desembarcar na reserva. Regra essa que foi respeitada por mim. Minha esperança era visualizar algumas espécies que tem este local como seu habitat. Capivaras, lontras, bugios, entre outros.

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Dentre o que consegui avistar, creio ter visto uma capivara na margem norte, ou foi um golpe de vista. Infelizmente não consegui registrar com a câmera esta suposta aparição. Escutei diversos bichos mergulhando, emitiam um ruído e então se escutava o barulho de um corpo entrando na água. Avistei o que acredito ter sido o mergulho de uma lontra, ao longe.

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É possível ver a água agitada onde a lontra saltou

Fora os avistamentos, muitos pássaros entoavam seu canto com a minha passagem. Algumas aranhas inevitavelmente caíram sobre mim. Gentilmente as devolvi para os seus locais de origem. Isto em virtude do túnel verde que se forma sobre este braço d’água. Caso sofra de aracnofobia, fique longe.

Foi uma remada muito tranquila. O local é de uma beleza ímpar. Em determinados momentos formou um belo espelho d’água.

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Espelho d’água

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O retorno não ofereceu grande desgaste. Praticamente o vento era nulo, sem ondas os locais por onde naveguei. O desafio era enfrentar novamente o barro para sair do rio. Felizmente a praia do Lami conta com chuveiros públicos. Fiz bom uso de um deles.

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Barro agora é visível

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Felizmente o local conta com chuveiro público, que funciona!!

RESUMO

8,3 Km remados

2h12 minutos remando

484 calorias queimadas

Dificuldade: Fácil a remada, exige noção de navegação.

Clique no mapa para Track GPS

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Beco da Pedra Chata – Bike

Alguns dos locais que eu visito, são descobertos acidentalmente. Tenho por hábito pedalar observando entradas de trilhas, morros e outros acidentes geográficos. Na última pedalada, rumo a Lagoa dos Patos, observei uma pequena entrada, o Beco da Pedra Chata.

Parti cedo, acreditando que seria possível acessar o morro visível da entrada deste beco. Pedalar 30km não é tarefa complicada. O dia quente anunciava a chegada do verão. O calor se faz presente e deixa claro que o retorno vai seria sob Sol forte.

Percorrer a estrada de terra do Beco da Pedra Chata até o ponto estabelecido (BPC02 curva) é fácil. Difícil é vencer a vegetação fechada e com espinhos, carregando a bicicleta, após este ponto.

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Para seguir adiante ao ponto BPC02 não é fácil
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Descampado de solo irregular

O terreno é bastante irregular. Pedalar a bicicleta não é algo fácil. Não consegui atingir meu objetivo principal, que era a subida do morro do Beco da Pedra Chata. Acabei por explorar áreas próximas em busca de um ponto de acesso. Muitas propriedades particulares circundam este morro.

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Abacaxi pelo caminho

Vou ter de voltar em outra oportunidade ao local, levando um “facão” para abrir uma “picada” / caminho. Por hora registrei paisagens interessantes, além de ter contato com animais.

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Morro
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Amigo encontrado pelo caminho…

O retorno foi realmente escaldante. O Sol inclemente fez com que a performance da pedalada de volta para casa fosse muito lenta. Tal qual foi previsto no início da jornada.

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RESUMO

65,10 Km pedalados

3h00 minutos pedalando

22 minutos paradas

1887 calorias queimadas

Dificuldade: Média

Clique no mapa para track GPS

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Lagoa dos Patos – Bike

Abaixo o documentário/vídeo da jornada…

O caminho era longo e o terreno acidentado. Tudo isso já era sabido antes de eu partir para esta jornada. Mesmo assim, cedo, pouco depois das 5h da manhã já me encontrava pedalando, sob a luz da “SuperLua”.

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Pedal madrugador

A primeira surpresa do caminho se deu na rotula de entrada do bairro Restinga. A madrugada escura envolvia uma multidão de pessoas e carros que trancavam a via, era mais um fim de festa de grandes proporções.

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Fim de festa na Restinga

A medida que o Sol começou a raiar, os quilômetros iam se acumulando e os bairros ficando para trás. Serraria, Ponta Grossa, Hípica, Canta Galo, Lami, acabou Porto Alegre, começou Viamão. Itapuã. Vencer este trajeto não é tarefa das mais difíceis. Qualquer ciclista com um mínimo de preparo físico consegue vencer este trecho. Todo ele é asfaltado. Pouco depois da Vila de Itapuã, acaba o asfalto. É um trecho tranquilo de pedalar, embora a velocidade média diminua neste terreno.

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SuperSol

Passando o parque de Itapuã, sigo em direção ao Hospital Colônia Itapuã, vulgo Leprosário, seguir adiante é o desafio. Deste ponto em diante é praticamente inexistente o transito de pessoas. Ingresso em uma pseudo estrada que corta fazendas de criação de gado e lavoura. É um caminho pouco utilizado, praticamente não existe uma trilha demarcada.

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Trilha sem trilha

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O silêncio e a solidão. Sou envolto por ambos. Apenas o canto de alguns pássaros me acompanha. Até que… fura um pneu. Lá se vão uns 10 a 20 minutos na tarefa de trocar o mesmo. Terminado o serviço prossigo, e novamente mergulho no meu rumo.

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O progresso não é veloz. Sempre utilizando o GPS como guia, com pontos que eu pré-determinei.

Algumas cercas devem ser puladas. Numa delas uma grande boiada “fugiu” com a minha aproximação.

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Ossos do ofício

Trechos arenosos, onde pedalar é impossível, felizmente não são longos estes trechos. Terrenos alagadiços, terrenos pantanosos, barro, todos se fizeram presentes.

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Faltando pouca distância para o objetivo, a Lagoa dos Patos, o cheiro da água se faz perceptível, trazido pelo contra vento. Sou tomado de assalto por grande alegria ao primeiro vislumbre da lagoa.

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Lagoa dos Patos

Antes das 9h da manhã eu estava à beira da Lagoa dos Patos, após percorrer 51,4km em 3h15minutos.

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nenhuma pegada até que eu dei o primeiro passo

Um mergulho revigorante na lagoa. Fiquei aproximadamente 30 minutos aproveitando esta orla. Infelizmente ocorreu um vazamento dentro da minha mochila, que inutilizou uma muda de roupa que eu havia planejado usar após o mergulho.

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Pegadas

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Após este momento de diversão, iniciei meu retorno. O retorno, o retorno na minha opinião é uma parte… enfadonha. O objetivo já foi atingido… Mas retornar é preciso.

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Neste instante o Sol se apresentou com bastante força. Voltar para a estrada da Varzinha, implicou em cruzar alguma cercas e campos sem trilha alguma. O GPS é de grande auxilio nestas horas. Uma vez de volta a estrada, o resumo é pedalar e acumular quilômetros, 60, 70, 80, 90 e 100. Cansativo o retorno, mas necessário.

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Enfim 100km pedalados para poder mergulhar em uma lagoa. Há quem diga que isso é loucura, outros dirão que bela aventura. Na minha opinião, valeu cada gota de suor!

RESUMO

101,35 Km pedalados

5h16 minutos pedalando

1h29 paradas (mergulho na lagoa + troca de pneu + pequenas paradas de hidratação)

3346 calorias queimadas

Dificuldade: Difícil

MAPA

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Detalhe

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Esta trilha requer um bom preparo físico. Vou publicar outras duas opções cujas distancias percorridas são menores, para quem deseja pedalar até encontrar “agua”.

Caso tenha interesse em realizar esta trilha sozinho basta ir. Caso queira contar com auxílio de um guia, entre em contato via e-mail. Lembre-se que neste trajeto eventualmente pode ser preciso cruzar propriedades privadas. Tenha em mente a possibilidade de ataque de cães, represália por parte do proprietário além de sanções legais.

Ilha do Presídio – Remada / Escalada / Rapel

Já remei diversas outras oportunidades para a Ilha das Pedras Brancas / Ilha do Presídio. Em função destas “experiências”, recebi alguns convites para visitar a ilha acompanhado. Aceitei todos. Porém em função de fatores diversos na hora da partida fiquei só.

Uma vez que eu tinha somente registros fotográficos da ilha, parti sozinho para realizar um pequeno documentário em vídeo, para aqueles que tem curiosidade de conhecer a ilha. VÍDEO ABAIXO.

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A ilha das Pedras Brancas

A meteorologia previa chuva e vento, no dia escolhido para a visita. Eu particularmente tenho minhas ressalvas com relação a esta “ciência”. E desta vez erraram na previsão. O dia não poderia ter sido melhor. Clima agradável, sol na medida certa e nada de chuva.

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Previsão de chuva… Hein?

A remada de 4km até a ilha foi tranquila, mesmo com o Rio Guaíba estando 2 metros acima do seu nível normal em função das chuvas de dias anteriores. Nada de sustos, um pouco de turbulência na saída. Posteriormente as águas se acalmaram.

Como de costume circunaveguei a ilha para verificar se havia alguém desembarcado nela. Este 360° na ilha leva 5 minutos. Satisfeito com a minha análise, de que a ilha estava inteiramente a minha disposição, desembarquei.

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A guarita

Após “esconder” o caiaque no mato, para evitar que ele seja encontrado por alguém que venha atracar na ilha, parti para exploração da antiga estrutura do presídio.

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É uma construção sólida, com grossas paredes. Porém o tempo e a depredação do local são evidentes. É um local silencioso. Eu fico imaginando como foi ser um preso político quando do funcionamento da prisão…

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Findada a parte histórica… trilha… existem duas guaritas nesta ilha, nos pontos mais altos. Inacessíveis… Ou não… Fui até uma delas. Desta vez estava preparado. Trouxe equipamento para auxiliar na ascensão.

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Pequena Escalada

Para quem tem disposição, a vista compensa o esforço.

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Escalei e desci de rapel. Recolhi o equipamento e retornei ao caiaque. Retornei remando, até que próximo ao meu ponto final, encontrei o grupo de caiaques PescaiaqueRS Metropolitan. Este pessoal esta organizando a remada internacional de Porto Alegre…

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PescaiaqueRS Metropolitan

Ah, o Rio Guaíba e suas infinitas possibilidades, para quem nunca conheceu, não sabe o que esta perdendo…

RESUMO

10,67 Km remados + trilhados + escalados

2h49 tempo total

615 calorias queimadas

Dificuldade: Média, considerando pessoa com habilidade caiaque + rapel

Track GPS no link abaixo

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Ponta Grossa – TrailRun

Eventualmente recebo alguns convites. Convites “não usuais”. PingoBerta, contatou e solicitou minha companhia para uma incursão na Trilha da Ponta Grossa (zona sul de Porto Alegre – RS).

Vencidas as tratativas de praxe, ficou acertado… 5h30 de domingo no início do calçadão de Ipanema (Porto Alegre). Observar que neste dia entrou em vigor o horário de verão, então no horário solar, a atividade iniciou ás 4h30.

Pontualmente iniciamos a corrida de 23km. O trajeto consistiu em correr até a trilha, pela estrada da Ponta Grossa. Fazer a trilha, 4km de trailrun, e retornar ao ponto de partida.

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Finalizado o trecho do calçadão, o caminho até chegar na trilha é asfalto / acostamento de terra. Existem trechos com boa iluminação e outros nem tanto. O ideal se sua intenção é fazer esta trilha a noite, prefira durante a fase da lua cheia.

Entramos na trilha, com ela ainda escura. A corrida neste primeiro trecho teve velocidade diminuída, em função de declive somado ao solo de pedras que estavam molhadas.

Vencido este pequeno contratempo, a trilha se torna um passeio muito agradável. Trechos com vegetação muito fechada e molhada. Passar por estes trechos encharcou as roupas já suadas. Trechos em que o túnel verde permite a passagem com amplo espaço para o corpo. Mirantes de pedras. Caminhos de pedras. É inspirador realizar este tipo de atividade com o dia clareando.

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Próximo ao final, é preciso atenção, uma vez que a trilha é “espremida” pela vegetação de um lado e um “penhasco” do outro. Passar por este local requer atenção.

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Lado direito é uma queda de 6 a 8metros

Infelizmente meu GPS no meio do caminho “bugou”, e gravou apenas metade do trajeto. As informações abaixo me foram passadas pelo Pingo, e o gasto calórico foi estimado.

RESUMO

23,8 Km percorridos

3h10 tempo total

1840 calorias queimadas (estimativa)

Dificuldade: Difícil em função do terreno e distância envolvidos

MAPA – Infelizmente o GPS “travou” durante o trajeto.

No link abaixo veja o percurso de uma incursão passada para Ponta Grossa

Mapa Track GPS

Música

MetallicaSerbia – Authority under ME :D, song: Rock Highway

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