Regata Marina do Jayme

Por obra do acaso, reencontrei uma grande pessoa. Me foi solicitada uma indicação, um amigo questionou onde poderia “testar” suas habilidades de remar um caiaque. Busquei em minha agenda antiga o número do Jayme, que tinha o Clube SAVA como seu local de atendimento.

Isto me fez descobrir onde o Jayme esta atualmente. É uma pequena Marina na Vila Assunção. Comporta caiaques, SUPs  e pequenos veleiros (laser, dingue, …).

Prestei um visita a ele, e o mesmo me convidou para uma regata.

Convite aceito segue abaixo o registro da mesma.

 

Com relação ao contato do Jayme, segue
Fone/Whatsapp +55 51 99918-6079

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Objetivos

No início do mês de junho de 2016, programei 3 objetivos no âmbito esportivo particular.

1° – Percorrer distância maior que 200km dentro do mês, somando todos os modais (corrida, caminhada, bike, remada, etc…)

2° – A soma de tempos de todas as atividades dentro do mês deve ser maior que 24 horas.

3° – Realizar atividades em pelo menos 50% dos dias do mês, ou seja se o mês tem 30 dias, pelo menos 15 dias deve haver alguma atividade física.

 

Agora que o mês acabou vou revelar, consolidar os resultados.

Objetivo 1 (200km percorridos) – OK, percorri um total de 293,45Km

Objetivo 2 (24h de exercícios) – OK, total de 24h 03min

Objetivo 3 (50% mês exercitado) – OK, 56,67% (17 dias com exercícios)

Confesso que não foi fácil. Especialmente se considerar o rigor do inverno, as frias madrugadas, somente de calção / bermuda.

Mas qual a lição que fica?

Trace um objetivo. Eu no caso tracei três. Faça o registro diário do progresso. Registre! Tudo que é registrado, medido, pode ser analisado e melhorado. Não desista. Pense nos seus objetivos, quando a cama tentar lhe segurar. A alegria de alcançar os mesmos, isto somente você vai conhecer.

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Obs.

Dentre os objetivos traçados o mais difícil, que alcancei apenas no último dia do mês, foi o objetivo 2. No dia 29/06 haviam apenas 23h 01min computadas. Logo no dia 30/06 quando eu pensei em “fraquejar” e não correr, lembrei que faltava uma hora para atingir o objetivo que faltava dos três que eu havia me proposto… Logo, acordei cedo e busquei esta última hora de exercício.

Consolidado Anual 2016 em final de Junho

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Regularidade

Alguém que por ventura olhe rapidamente o site TriTilhas, há talvez de pensar que eu sou um “esportista de final de semana”. Ledo engano. Também não sou nenhum atleta de elite. A palavra que acredito pode descrever o meu comportamento no âmbito esportivo, é regularidade.

Algo que eu não tolero em meu âmago, é “fraquejar” em virtude de um condicionamento físico deficitário. Por exemplo em meio a um pedal, perceber fraqueza a ponto de precisar parar. Não é a mesma fraqueza por deficiência de energia, que com uma barra de chocolate, consigo repor. São sensações muito particulares que reconheço a diferença durante a prática de minhas trilhas.

Tenho por habito exercitar-me com frequência, e não o faço apenas para ter um condicionamento físico satisfatório para empreender em minhas expedições. O exercício, fazê-lo me é gratificante e recompensador. O condicionamento é um bônus.

Dentre o que aprendi ao longo da minha existência, é de que tudo que se controla, no sentido de auferir, é possível melhorar. Dito isto passei a monitorar e registrar minhas atividades físicas. Já estou no segundo ano de registro.

Claro que eu poderia utilizar um dos tantos aplicativos que existem disponíveis para tal fim. Porém, tenho minhas peculiaridades, e parti para um registro em planilha particular onde eu teria a liberdade de manusear os dados como me conviesse.

Registro 4 informações básicas diariamente. São elas:

Qual a atividade foi praticada

Tempo desta atividade

Distância percorrida

Calorias queimadas (passei a registrar esta grandeza somente no ano de 2016)

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Meu relógio fornece e armazena os dados

Esta informação serve de guia, para verificar percentualmente a quantidade de dias com exercício dentro de cada mês. Olhando a planilha, toda aquela informação sempre orientada para o estudo do mês… Resolvi criar um panorama anual.

Qual não foi minha surpresa. Abaixo a informação que estava “escondida” na minha planilha. A visão anual.

Do primeiro dia do ano de 2016 até o dia 23 de maio, eu já percorri, somente com a força motriz de meu corpo, quase 1000 quilômetros. 974,7 quilômetros, para ser mais preciso. Este número me surpreendeu.

Também o percentual de dias sem exercício, me pareceu alto.

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O mais assustador, em um comparativo com o ano de 2015. Neste atingi a marca de 1000 quilômetros percorridos, em 26 de abril. Logo, no ano de 2016, estou andando menos… Vou encerrar o post por aqui… tenho muito ainda que correr, pedalar, remar, …, se eu quiser melhorar minha marca em relação ao ano passado…

* 2015 – total de 1990,17 quilômetros percorridos.

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Sempre informando

Dica final, quer trilhar?

Condicione o seu corpo, escolha sempre uma trilha cuja dificuldade esteja de acordo com sua condição física. Trilha é prazer. Se bem que eventualmente dói um pouco também.

Quer um desafio? Em breve o TriTrilhas vai trazer novidades neste sentido. Aguarde.

Juliano Bonotto

 

Pedalar é fácil…

Difícil, muito difícil… é achar peças de reposição para bicicletas em lojas de peças para bicicletas. Irônico, mas é verdade. Após muitos quilômetros rodados com esta bicicleta, estimo acima de 7.000 km, chegou um ponto em que ela parou e “pediu” uma revisão maior. Eu já havia feito pequenas substituições separadamente, câmbios, correia, movimento central, eixos. Desta vez foi mais ampla a reforma, tudo junto.

Pneu, Correia, Pinha, Câmbio Traseiro, Coroa… Aqui abro um parêntesis e peço atenção especial a este item. Coroa. O desgaste dos dentes da coroa fazia com que a correia deslizasse sem tracionar. Parti inicialmente em busca deste item. Descobri que existem variadas configurações de coroas, com furações distintas, 4 ou 5 furos, e diversas medidas entre estas furações, o tal do BCD.

Depois de pesquisar e consultar “especialistas”, descobri que eu precisava da Coroa Central de uma tripla (pedivela com três coroas), com 42 dentes de BCD 130… Dito isso fui apresentado a chamada “mosca branca”. Não existe a peça. Tentei inclusive contato com o fabricante da bicicleta, e até agora nada…

Procurei, procurei, liguei para praticamente todas as lojas de bicicleta de Porto Alegre e região. Rodociclo, União do Ciclista, Casa Catraca, Cia do Ciclista, Espaço do Ciclista, Bike Sul, LMP Munhoz, Beto´s Bike, Dudu Bike, Estilo Bike, Maraschin, M.Bike, Biketech, Perna Bike, Gaúcha Bike, Pedalokos, Adventure Bike, Caçamba, entre tantos outros… Ninguém tinha a tal coroa de 42 dentes. Quando o vendedor escutava a peça solicitada, já respondia “Xiiii, é peça que não tem no mercado”, “Difícil achar” e por ai afora…

Quem escutava meu questionamento ao telefone ria… Fazia piada, me oferecia a Sogra, que era “Coroa, mas tinha apenas uns 10 dentes…”

Prossegui. Não desisti. Não encontrei minha coroa de 42 dentes com BCD 130. Porém encontrei uma de 39 dentes na furação e BCD corretos. Comprei e instalei. Perdi 3 dentes da Coroa. Mas este problema foi resolvido.

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Coroas sobrepostas, a velha sobre a nova. A diferença na forma dos dentes…

Agora a busca é pelas outras duas Coroas de 52 e 30 dentes. Aceito dicas e indicações de onde encontrar… Pois estas devem ser substituídas em breve.

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Coroa de 39 dentes devidamente instalada entre a de 52 e 30 dentes

A bicicleta esta quase pronta, faltam os freios e o câmbio dianteiro. Acredito que logo vou conseguir sanar estes últimos detalhes e enfim voltar a pedalar e compartilhas novas trilhas por aqui.

Juliano Bonotto

Curioso & Bizarro

 

 

Pedalo bastante, por diversos locais. Com relativa frequência, me deparo com cenas curiosas.

Algumas destas cenas eu guardo apenas na memória.
Outras eu registro.
Abaixo compartilho algumas…

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Gato é mato

Este é o novo modelo de ligação que a elétrica exigido pela agência reguladora?
Creio que sim, é a eletricidade no tempo da “Big Data”, tudo conectado junto ao mesmo tempo agora.

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Segurança reforçada em uma das caixas de luz. Para evitar problemas com ligações clandestinas.

 

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Vaca na parada. Perguntou qual é a linha que não passa pelo açougue?
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Lembra uma música… Sentado à beira de um caminho.

 

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Faltou tijolo? Use televisores. Empilhe vários, tem o mesmo efeito. Uma linda parede de TVs.

 

 

 

Opções Gastronômicas
Em Porto Alegre duas opções:

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Na Cidade Baixa, bairro boêmio… ou não.
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Churrascaria Barranco, uma referência gastronômica na mesma cidade.

Devem ser fotos bem antigas dos locais…

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A casa da Bruxa. Basta dar um zoom na foto, tem até telefone.

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Eventualmente, faço paradas em “lojas de conveniência”, para adoçar o sangue, comprar um chocolate. Em uma destas boas lojas do ramo, encontrei a disposição do público um delicioso “joelho de monstro”. Deve ser uma iguaria ímpar.

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Para finalizar o recorde brasileiro de salto em distância com moto.

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Olhe próximo as copas das arvores. Você vai ver a moto voando.

Casualidades. Pedalando, pelo bairro Hípica em Porto Alegre, cheguei ao local onde iria ocorrer o salto de moto que quebraria / estabeleceria recorde brasileiro de distância. Isto em 2011, e desde então o recorde se mantém. Link abaixo.

http://www.rankbrasil.com.br/Recordes/Materias/06Q_/Mais_Longo_Salto_De_Moto

Nesta data, ajudei o piloto a preparar a rampa, com pá e enxada. Loucura. Cedo pela manhã ele preparou a rampa e próximo ao ½ dia ele saltou. E conquistou o recorde. Fiz uma foto no exato momento em que ele cruzava rumo a sua conquista. Tudo muito “amadoramente profissional”.